Na ocasião da debandada, segundo a Polícia Militar, uma das quatro torres de vigilância do presídio estava desativada por falta de efetivo – mesmo a guarda tendo sido avisada da possibilidade de uma fuga naquele dia. As informações constam em um relatório elaborado pela própria PM.
O G1 teve acesso ao documento. Nele, o comandante da guarda da penitenciária também relata ter ocorrido uma ‘pane’ no fuzil de um policial que presenciou a fuga, e de uma ‘interferência na comunicação’, o que impediu que a central registrasse um pedido de apoio que foi feito via rádio. “A mesma não copiou”, escreveu o PM.
Ainda de acordo com o relatório, segundo informe do diretor da unidade, “essa fuga foi comprada, fato este que deve ser esclarecido, tendo em vista essa acusação do mesmo foi presenciada por policiais que se encontrava de serviço” (SIC).
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